quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Antes de comparar leia Tupan: O martelo do trovão!

Bem galera! Eu estou postando, antes de alguém fazer comparações de Tupan, com o Thor da Marvel Comics e com o Percy Jackson e os olimpiandos de Rick Riordan.
Antes, quero dizer que admiro muito, Stan Lee e seus colaboradores, que desenvolveram o herói dos quadrinhos da Marvel, Thor; baseado na mitologia nórdica. E Rick Riordan, por fazer a Saga Percy Jackson e os olimpianos; baseado na mitologia grega. Tanto um, quanto o outro, e outros: autores, desenhista, roterista, cinestas; me inspiram a escrever Tupan, onde minha base para a minha primeira obra. O personagem Asthor, foi baseado na mitologia nórdica e não há nenhum grau de parentesco, com o Thor da Marvel Comics. Assim como a Marvel se baseou na mitologia nórdica, para originar o herói, Thor. Eu usei da mesma fonte para originar Asthor.
Mas por que estou dizendo isto?
Já me disseram que a estória estava muito parecida com o Percy Jackson e os Olimpianos e com o super-herói, Thor da Marvel Comics. Realmente existem algumas semelhanças próximas, que são mera coincidência. Eu escrevi Tupan, antes de ler o primeiro livro da saga de Rick Riordan. Só depois que eu li e percebi algumas semelhanças, entre os personagens, como por exemplo; os dois se basearem em Mitologias e o grau de parentesco com os deuses. Mas fora isso, há muita diferença entre os personagem. Percy é um pré-adolescente, já Thurs é um adolescente de 15 anos. E quanto a Thor, nem precisa dizer. Mas garanto, que há muitas diferenças, entres os dois personagens, que você verá, quando ler o livro.


Thor Marvel Comics, criado por Sant Lee






Percy Jackson, criado por Rick Riordan








Em questão de semelhança a vários que podemos citar exemplos:

Saga Crepusculos e Diários de Vampiros

Saint Seya (Os cavaleiros do Zodíaco) e Shurato

Pokemon e Digimon

existem inúmeras semelhanças nos quadrinhos, livros, animes, filmes e infinidades de trabalhos semelhantes um ao outro.

Um que me chamou atenção foi a comparação da saga Harry Potter com o quadrinho Os Livros da Magia.

O quadrinho é não é tão conhecido, mas ele mostra muito claramente, a semelhança de Tim Hunter, com Harry Potter. O criador da série em quadrihos; os livros da magia é Neil Gaiman. Um grande desenhista e roterista inglês, de quadrinhos. Ele escreveu a mini serie em quadrinho, onde quatro magos, encontram Tim Hunter e informa que ele será um dos magos, mais poderosos de todos tempos e resolvem lhe mostrar, o mundo da magia. A propósito, o personagem é um jovem inglês.




Vejam as semelhanças de Tim Hunter e Harry Potter



Embora haja semelhança, entre os personagens; J.K. Rowling nunca se pronunciou sobre o assunto, de que teria plagiado a obra de Neil Gaiman. Ele também nunca a acusou de plágio e até defendeu a autora; dizendo que seu personagem tem indícios de outras obras literárias.

Eu posso me dizer que Tupan foi inspirado no manga e o anime Shurato, escrito por Hiroshi Kawamoto, o anime foi exibido pela extinta rede Manchete. O anime foi uma grande inspiração para a criação de Tupan. O manga conta a história de um jovem lutador, transportado para um mundo paralelo e descobre que ele foi um antigo rei guerreiro, sucessor do deus Hindu Bharma. A saga é baseado na mitologia Hindu.





Capa do Manga do Shurato

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Vejam a materia que eu encontrei na rede e reflitam



Os livros mais vendidos

Por Jorge Fernando dos Santos em 14/7/2009


Durante uma palestra sobre literatura num conceituado colégio de Belo Horizonte fui surpreendido por uma aluna, de no máximo 11 anos, com a seguinte pergunta: por que os autores estrangeiros lideram as listas dos livros mais vendidos no país? A resposta, expliquei, poderia inspirar uma tese acadêmica, tamanha a sua complexidade. No entanto, o mesmo não ocorre nos Estados Unidos e em países europeus, cuja imprensa coloca em destaque os autores nacionais. Nada mais justo, pois a identidade de um povo passa pela visão dos escritores.

Supostamente, as listas de livros mais vendidos são elaboradas mediante consulta a livreiros em diferentes pontos do país. Assim, a preferência pelos autores estrangeiros seria dos leitores, e não dos órgãos de imprensa. Contudo, é público e notório que o número de matérias publicadas no Brasil sobre livros traduzidos é quase sempre superior às reportagens que falam de obras nacionais. A exceção fica por conta dos autores já consagrados.

Boa parte dos leitores ignora os escritores brasileiros contemporâneos simplesmente porque nunca leu nada deles ou sobre eles. Se a editora não compra espaço, ou se o autor não é amigo do editor de cultura, dificilmente o livro terá lugar na pauta. Algumas editoras, por sua vez, investem na publicidade de um único autor estrangeiro aquilo que não gastam com todos os nomes nacionais do seu catálogo. Até porque os direitos de publicação de um best-seller custam caro. Nesse caso, a pergunta seria outra: quem nasceu primeiro, o ovo ou a ave?

Alienação e descaracterização

Ao conferir a lista dos livros de ficção publicada em maio numa revista semanal, deparo com autores como William Young (em primeiro lugar), Stephenie Meyer (segundo, terceiro e quarto lugares), Chico Buarque (quinto), Dan Brown (sexto), Augusto Cury (sétimo e oitavo), várias autoras (nono) e Khaled Hosseini (em décimo lugar). Vale dizer que Chico é o segundo colocado numa relação publicada em Portugal, cercado pelos livros de Stephenie Meyer. Curiosamente, as listas dos mais vendidos no Brasil raramente destacam livros infanto-juvenis, mas o público de Meyer é formado principalmente por adolescentes.

Para usar um termo muito comum nos tempos da resistência à ditadura militar, é fácil concluir que o Brasil é um país culturalmente ocupado. Em outras palavras, o que é bom vem de fora. No mercado editorial, o quadro se agravou durante a crise vivida pelas editoras nacionais, no início do Plano Real, quando algumas foram vendidas a conglomerados, alguns estrangeiros – no melhor espírito da globalização.

O problema de se divulgar mais os livros estrangeiros que os nacionais é o risco da alienação e da descaracterização cultural. Um best-seller não é necessariamente um clássico ou sinônimo de qualidade literária. Como disse Tolstoi, para ser universal é preciso falar da própria aldeia. Além do mais, aqueles que criticam o sucesso internacional de Paulo Coelho provavelmente acham natural o excesso de autores estrangeiros nas listas dos mais vendidos no país. O fenômeno faz lembrar a época em que as emissoras de rádio tocavam música americana em detrimento da MPB, o que causava muita polêmica.

A questão econômica

Aprendi muito sobre o Brasil e a cultura nacional nos romances e nos discos. Os Sertões, de Euclides da Cunha, e os baiões de Luiz Gonzaga revelaram-me o Nordeste com todos os seus contrastes. As histórias de Jorge Amado e as canções praieiras de Dorival Caymmi mostraram-me a Bahia de todos os santos, ainda que um pouco estilizada. Enquanto o genial Erico Verissimo apresentou-me a saga do Rio Grande do Sul na tetralogia O Tempo e o Vento, as músicas de Teixeirinha que meu pai ouvia na vitrola trouxeram-me o bafejar do minuano e as primeiras impressões da cultura gaúcha. Da mesma forma, em outros estados, acredito que muita gente teve contato com Minas Gerais nas páginas de Guimarães Rosa ou nas canções de Milton Nascimento.

A literatura, a música e o cinema de qualidade são algo mais que mero passatempo, pois revelam a alma de um povo e ensinam muito de sua cultura. Contudo, na era das celebridades e da arte fabricada em laboratório para o entorpecimento das massas, os meios de comunicação reduziram o espaço dedicado à arte nacional e se renderam ao modismo ditado pela indústria de entretenimento. Por consequência, a crítica especializada perdeu status nos periódicos. Na era do politicamente correto não seria de bom tom criticar o fazer artístico. Daí, os elogios derramados a obras de qualidade duvidosa. Numa sociedade em que o ter vale mais que o ser, a embalagem muitas vezes é melhor que o produto – mas isso nunca deve ser dito, para não prejudicar os negócios.

Seria ingênuo supor que essa tendência resultaria apenas da má formação cultural dos jornalistas. Com certeza, o preconceito e a falta de conhecimento contribuem para a desinformação, mas a questão econômica deve ser levada em conta. Nas programações radiofônicas, por exemplo, sempre existiu o chamado jabaculê, na base do "só toca quem paga". Como as gravadoras alinharam por baixo o padrão estético visando a horizontalizar o consumo de discos, fica fácil compreender a decadência do repertório e do próprio mercado fonográfico. Mesmo sendo concessões públicas, as emissoras de rádio e televisão contribuem cada vez menos para a cultura nacional. Na outra ponta do balcão está a péssima qualidade do ensino fundamental no país, o que também compromete a auto-estima dos brasileiros.

Tendências de mercado

No que se refere a jornais e revistas, existem vários fatores que propiciam a prática favorável ao produto descartável. Basta ver o destaque que sempre foi dado ao cinema americano, cuja política de distribuição quase esmagou a produção local em países como França e Itália. Por outro lado, vale perguntar como é que um livro que mal chegou às livrarias pode ser tão rapidamente alçado aos primeiros lugares da lista dos mais vendidos. Outro fato que chama a atenção é que as editoras desses "campeões de venda" são as mesmas, isto é, estão sempre com mais de um título em destaque. Não sei se a reserva de mercado seria a solução para garantir espaço para os autores nacionais, mas o certo é que nos EUA ela nunca deixou de existir.

É claro que também existem as tendências de mercado, com a predominância de certos temas e autores. Depois das guerras do Afeganistão e do Iraque, por exemplo, registrou-se uma proliferação de best-sellers oriundos de países islâmicos. Tanto que alguém poderia publicar, sob pseudônimo, um romance na terceira pessoa chamado A Puta de Cabul. Com o sucesso dessa obra, lançaria em seguida Eu Sou a Puta de Cabul, dessa vez escrito na primeira pessoa e assinado com o nome da protagonista. Lá na frente, depois de encabeçar as listas dos mais vendidos, assinaria com o próprio nome o último volume da trilogia, intitulado O Filho da Puta de Cabul.

domingo, 5 de setembro de 2010

Breve Tupan: O martelo do Trovão

Galera, aguardem! Logo o primeiro livro da saga Tupan, estará disponivel para vocês.
Tupan: O martelo do trovão, aguardem em breve. Por enquanto, no blog está disponibilizado os dois primeiros capítulos.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Vamos dar crédito aos autores brasileiros

Galera, vamos dar apoio aos autores nacionais; principalmente aos novatos como eu. Tudo bem que vocês gostem dos autores internacional, como: Stephenie Meyer, a autora da saga Crepusculo e J. K Rowling a autora da saga Harry Potter. Não me entendam mal, por favor, eu também curto, os autores internacionais, como: Tolkien, Dan Brow, Rick Riordan, assim, como admiro o trabalho dos autores nacionais, como: Paulo Coelho e Andre Vianco, e também não posso esquecer, um que fez parte de nossas infâncias, assim como tenho Walt Disney, como admiração, não posso deixar de admirar também, Monteiro Lobato.